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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Além da Vida - After Life 2009

Faz um bom tempo estou pra assistir esse filme, hoje me aventurei, gosto da atuação do Liam Neeson e do Justin Long. A ficção muitas vezes se assemelha a realidade, quantos de nós não anda por ai desperdiçando a vida, mortos vivos. O agente funerário, claro, era um psicopata muito persuasivo, mas a mente que se deixa levar por alguém como ele só poderia também estar doente. Acreditar que morreu, estando vivo é realmente estar morto. 
Quantos de nós está a desperdiçar a existência pelo simples fato de ter medo de viver. A angustia que nos leva ao sofrimento é o de não entender que não precisamos seguir os padrões que nos foram ensinados; Anna culpou a mãe pelo seu medo de amar, Deacon até lhe ofereceu uma nova chance, mas morrer parecia a melhor opção. 
Quantos dizem querer encontrar a felicidade, mas quantos são capazes de enfrentar a vida para encontrá-la? Ser feliz talvez seja abandonar todo pessimismo, caminhar rumo ao desconhecido, e não dar ouvidos às verdades que os outros nos impõe, a verdadeira felicidade está em saber o que se quer da vida e com otimismo buscar por isso, a verdade não se encontra fora, mas dentro de cada um. 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Além da Vida (Hereafter 2011)

Eu estava ansiosa por ver esse filme, por se tratar de um tema que eu gosto bastante e também por ser um filme dirigido por Clint Eastwood. Apesar de ter lido várias críticas sobre o filme, além da Vida, na minha opinião não deixou a desejar, as duas horas e nove minutos do filme passaram pra mim despercebidas, cada cena me levava a uma reflexão interior. Não se tratava de um filme dinâmico, com muita ação ou suspense, é um drama, que relata a vida de pessoas diferentes, um vidente americano, uma jornalista francesa que sobreviveu ao tsunami e um menino londrino que perdeu seu irmão gemeo.
Cada vida, cada história tem suas peculiaridades, que as fazem únicas, que as tornam experiências edificantes. O filme tratou da questão da Morte, e da vida além da morte, assim como das experiências de quase morte. Eu acredito que existem já estudos muito avançados nesse tema, e que realmente questões politicas, religiosas mantêm esses estudos silenciados. 

A vida é um emaranhado de acontecimentos, que às vezes parecem desordenados, mas cada evento, cada pequena coisa nos leva à algo muito maior. A morte talvez seja mesmo não o fim, porque não pode existir um fim simplesmente. A vida aqui me parece ser uma maneira de experienciar essa peculiaridade humana de escolher. 
George tinha um dom, o qual encarava como uma maldição, a conexão com um outro "mundo", com uma outra "realidade" pode parecer algo incrivelmente sublime e ao mesmo tempo um tanto assustador.
Estamos aqui hoje, nesse minuto vivendo, o que vem depois é um mistério, um mistério que todos nós um dia vamos encontrar.