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terça-feira, 15 de outubro de 2024

Depois de muito tempo

 Depois de muito tempo hoje resolvi voltar, conversava com uma amiga que dizia que eu escrevia bem, falava bem, e devia fazer isso com mais frequência, e aqui estou. Sempre tive vontade de ser escritora, penso que consigo colocar em palavras algumas das minhas inquietações e  isso me ajuda a elabora-las, compreendê-las, sei que existem pessoas que podem se identificar com essas palavras, e quem sabe eu possa me ajudando, ajudar também. 

Hoje pensei em voltar dizendo que finalmente a vida parece estar em ordem, apesar de saber que sempre haverá alguma bagunça, foram anos intensos, muito trabalho externo e interno. O trabalho externo é aquele pelo qual sou apaixonada, cada vez mais sinto que estou desenvolvendo um jeito tão meu de executar meu oficio, aliando a bagagem que vai sendo acumulada tudo vai ficando mais edificante, talvez seja como o vinho, com o tempo a maturação vai ficando sim melhor. O trabalho interno esse tem me feito colher bons frutos, outro dia me dei conta que estou fazendo terapia desde 2021, e desde então muitas descobertas sobre mim mesma foram feitas, e dessas descobertas tenho conseguido me olhar de uma maneira menos rígida, tenho me olhado com mais amorosidade. 

Voltei a fazer terapia depois de muitos anos, o motivo foi um surto existencial, sim eu também tenho meus maus momentos, no final de 2019 eu conheci um certo homem, que não convém dar muitos detalhes, mas era um homem com seus 40 e poucos anos, divorciado, pai de um filho que na época tinha 8 anos, e que parecia gente boa, me envolvi com ele de uma maneira descompromissada, como ele mesmo propunha, não era minha vontade, eu buscava um compromisso, mas realmente nos dávamos bem, e logo chegou a pandemia da COVID19 e aqueles tempos difíceis acabam por nos unir de uma maneira até estranha, estranha porque éramos um casal, tínhamos um relacionamento, mas não podíamos chamar aquilo de algo sério, foi assim até metade de 2021, quando então ficou claro para mim que aquele sujeito tinha muito do que descrevem como narcisismo, para mim, apesar de profissional da saúde mental, foi muito difícil constatar essa realidade, mas quando eu já não me sentia mais eu, estava totalmente tomada por um discurso que me causava crises de ansiedade, uma certa sensação de despersonalização percebi que algo não estava certo. Relacionamento abusivo é algo bizarro, porque você demora a identificar, porque a pessoa te trata muito bem para conseguir o que quer, mas te destrói veladamente quando percebe que você tem sentimentos por ele, porque ele usa isso para te destruir, o amor que você sente que te liga a ele, ele usa para te machucar, com frases do tipo, você está aqui porque você quer, eu não te obrigo a nada, eu gosto de você mas não te amo, não te convidei para não achar que somos namorados, essa última frase ouvi depois dele convidar amigos para jantar e dizer que não me convidou para não parecer que teríamos um relacionamento, depois de dois anos frequentando a casa dele quase que diariamente. O filho dele conheci por fotos, sempre de costas, não entendi até hoje porque ele fazia isso, mas também depois de um tempo eu nem queria mais entender, um dia vi o menino no mercado com ele, bem rápido ele nem foi capaz de dizer olha esse é meu filho, fingiu que estava falando ao telefone para não precisar me dar atenção. Como me submeti a isso tanto tempo? Culpo minha carência, e hoje percebo que foi total falta de amor próprio. Porque estou falando disso, para dizer que voltei a fazer terapia.

Desintoxicar de um narcisista leva tempo, muito tempo, mudei de apartamento duas vezes, procurando por mim mesma depois de retirar aquele homem da minha vida, tive que bloquear o contato, me afastar de qualquer lembrança dele, porque tudo era gatilho para uma crise de ansiedade, porque ele me causava muita ansiedade. Como consegui sair dessa? Ele viajou de férias e me avisou por telefone que estava indo para praia com um amigo, nem se preocupou em me convidar, quando voltou queria matar a saudade, então quando eu disse que não queria mais nada, me disse simplesmente que não podia fazer nada se ele não se apaixonou por mim, que ele poderia agora se apaixonar por uma gari, mas não por mim. Eu já estava na terapia nessa época buscando recursos internos para sair dessa relação que era mega tóxica, estava tomando ansiolíticos e antidepressivos tinha uns dois meses, procurei a psiquiatra quando ele apresentando sintomas gripais, na época que não tinha ainda vacina para a covid, me convidou para almoçar, claro ele me disse dos sintomas depois que almoçamos, e naquela noite me disse que seu teste para covid deu positivo. Surtei, porque não houve nenhum tipo de cuidado, nenhum tipo de preocupação, no dia seguinte quando o procurei o telefone estava desligado, e ele não atendia a campainha da porta, um filme de terror para mim. Só tive noticias dele 15 dias depois, me perguntando se eu estava bem, se tinha ficado doente, que ele havia ficado muito mau, eu por alguma razão do destino não me contaminei, não da covid, mas tive que procurar uma médica psiquiatra e me medicar. 

Enfim, desde então continuo fazendo terapia, já não tomo mais remédios controlados, não tive nenhum relacionamento sério depois desse, algumas tentativas, mas sempre é difícil quando você tem cicatrizes de um relacionamento abusivo, mas já me sinto mais confiante em relação a quem sou, e aquela carência do passado se transformou em um sentimento que vou chamar de empoderamento, agora sei quem sou e o que mereço, e sei que não mereço mais nada que me machuque de nenhuma forma, nada que me faça sentir apertada, inconveniente, ou menor. Pessoas machucadas ferem pessoas, e essas pessoas não podem ficar perto de pessoas saudáveis, essas pessoas as vezes não querem se curar, querem espalhar sua dor, sua baixa autoestima. Tem alguns meses cruzei com esse homem num shopping, ele estava acompanhado, ela não parecia ser uma gari, mas naquele momento não senti nada, até sorri, feliz porque naquele momento ele era apenas um homem no shopping com a sua namorada, e eu era uma mulher livre feliz e realizada, caminhando pelo shopping, pelo menos me sentia assim, não em pedaços mas inteira, realmente passei todo esse tempo juntando meus cacos, mas talvez eu tenha me transformado naquele vaso, kintsugi, kintsugi é a técnica de pegar um vaso de porcelana quebrado e juntar as peças com ouro, o que deixa a peça mais valiosa. 

Tudo é oportunidade, quando sabemos aproveitar, mas uma coisa que aprendi é não me demorar em lugares que não fazem sentido, é bem verdade aquilo que falam sobre você ir viajar e descobrir que está no trem errado, saia o quanto antes, senão a viagem de volta custará muito caro. 

sábado, 3 de setembro de 2016

Meu Hoje!

Antigamente eu costumava escrever mais, acredito que eu tinha mais perguntas na cabeça, escrever sempre me ajudou pensar melhor, organizar as ideias. Estive relendo postagens antigas e vendo todo um processo que passei nesses anos, quando criei o blog em 2009 estava me aventurando por esse espaço que até então era novidade. Fico feliz porque percebo que tenho inclusive seguidores e eventualmente recebo elogios sobre os textos. Verifiquei que ando melhorando na gramática, encontrei vários erros de ortografia, mas agora é muita coisa pra revisar, então peço desculpas a quem encontrar erros muito "grotescos".
Nesse momento gostaria de registrar a felicidade de estar finalmente vivendo meu lado profissional de maneira efetiva. Depois da faculdade de psicologia, e durante e antes dela também, estava perdida, não sabia o que fazer, me via insegura em me colocar no mercado de trabalho o que me entristecia e não permitia que eu pudesse ver as possibilidades que eu tinha. O medo me fez perder muito tempo, até que um daqueles "reveses" da vida me levou a tomar a tal "coragem" num quase susto.
No ano de 2007 terminei um curso de Florais de Bach, a vida me levou até os florais depois de uma crise existencial que culminou no que alguns médicos diagnosticaram depressão, outros transtorno de ansiedade generalizada, outros ainda bipolaridade, sem consenso resolvi procurar uma medicina diferente para tratar daquela angústia existencial, numa viagem a Porto Alegre procurei por alguma terapia de regressão, já que eu acreditava que meus problemas estavam relacionados a vivencias passadas, encontrei uma terapeuta que fazia regressão mas que sugeriu usar Florais de Bach para facilitar as sessões de regressão. Três dias tomando os florais eu voltava a ser a pessoa que eu costumava ser, e aos poucos também com as sessões de regressão uma luz voltou a brilhar pra mim. 
Eu curiosa por saber o que eram aqueles remédios tão especiais busquei a formação, e cada dia me encantava mais com a simplicidade dos florais e principalmente com a abordagem com que eles era indicados, a partir da investigação do erro da personalidade da pessoa, ou seja, na emoção que estava em desacordo com a essência real da pessoa. 
Terminando a formação no curso, comecei atender alguns amigos próximos para obter casos clínicos parar o período de avaliações do curso, e era muito intrigante ver os resultados surpreendentes. Só para ilustrar um caso, uma moça muito tímida, extremamente tímida, estava tirando carta de motorista e seu jeito de ser estava deixando muito ansiosa e com medo de não conseguir, depois de alguns frascos de floral, com sua fórmula particular, além de conseguir passar nos exames da autoescola começou ficar mais aberta pra vida, alguns meses depois do tratamento estava namorando, logo noiva e casada. Me via muito feliz com os bons resultados, algumas pessoas com patologias encontravam a remissão da doença depois de um ou dois meses tomando as essências florais, era fácil indicar aos amigos, mas aos desconhecidos me via em alguns casos um pouco preocupada por não saber bem como falar, como ouvir, então busquei a formação acadêmica em psicologia. Qual não foi a minha surpresa quando descobri que psicólogos não podem indicar florais, mas mesmo assim continuei a formação, achava um absurdo que um profissional capacitado a entender de mente, comportamento, psicopatologias, não pudesse utilizar de um instrumento tão eficaz quanto os florais, um grande auxiliar, complemento da própria terapia realizada com a fala e escuta. 
Ao final da graduação resolvi deixar de lado as preocupações com o diploma de psicologia, assumi minha identidade profissional, terapeuta holística, ou seja, a graduação foi um excelente norteador sobre entender aspectos do ser humano que antes eu desconhecia, mas para não divergir do que o Conselho de Psicologia pensa sobre técnicas não comprovadas cientificamente resolvi trabalhar da maneira que eu encontrava bons resultados. Nesse momento procurei por um espaço adequado e iniciei minhas atividades, aos poucos um falando para o outro, fui ganhando mais e mais clientes, mais e mais pessoas felizes saindo pela porta do consultório. Nem sempre tudo são flores, existem sim casos que são mais complexos mas todos são um desafio que encaro com muita seriedade e com vontade de fazer sempre meu melhor, e por essa razão sempre volto pra casa feliz porque sei que mesmo quando tudo parece não ir bem sempre algo bom está acontecendo.
A partir do momento que o medo é deixado de lado as possibilidades começam a surgir, se estivermos de coração aberto, com um grande sorriso no rosto muitas coisas boas podem acontecer, e acontecem. 
Sou muito grata pela minha formação, pela minha profissão, pelos amigos, pelos clientes, pelos inimigos também que me fizeram mais fortes, pela família, e por todos aqueles que ainda vou conhecer nessa jornada como terapeuta. Quero cada dia me aperfeiçoar mais e dar sempre o melhor que eu tiver àqueles que me procurarem, porque em todo lugar que vou encontro pessoas dedicadas a serem melhores. Tenho muitos bons mentores, tenho amigos extraordinários que me ensinam valores muito importantes, sou eternamente grata a todos, pelos conselhos, dicas, direcionamentos, e principalmente pelo amor e carinho que me dedicam. 

Universo gratidão!!!

Patricia Fukura

sábado, 18 de agosto de 2012

Os benefícios dos Florais - Programa Super Útil

Tive a oportunidade de falar sobre os Florais no Programa Super Útil, na Band, último dia 14 de Agosto. E gostaria de compartilhar com todos. Agradecer também o apoio dos amigos. 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Imaginar

Ah, ela era pequena sonhadora, seus pensamentos se perdiam em mundos fantásticos, onde dançavam alegres os seres felizes, de um país encantado... o nome desse país??? Imaginação!!!

Imaginar... imaginar é a ferramenta mais incrível que possuímos, a imaginação nos leva a lugares inusitados, incríveis, mágicos, sublimes, basta desejar que a sua imaginação pode levar você à qualquer lugar do mundo!

Li o livro O Método Silva de Controle Mental, esse mês por acaso vai ter um curso de Controle Mental aqui na região, mas antes de tomar conhecimento sobre o curso, estava lendo o livro, que me lançou uma nova luz sobre os olhos, que abriu janelas antes fechadas em minha mente. 
O capitulo 9 do livro fala exatamente sobre o poder da imaginação, a imaginação lança-se diretamente ao objetivo; consegue o que quer, diz o autor, que salienta: se você incentivar sua imaginação com desejo, crença e expectativa, e treiná-la a visualizar seus objetivos de forma que possa vê-los, senti-los, ouvi-los, prová-los e tocá-los, você obterá o que deseja.

Sim, eu acredito nisso, acredito que dentro de nós temos todas as ferramentas para nos tornarmos pessoas felizes e realizadas, e que muitas vezes fracassamos por não utilizar nossas ferramentas interiores. Muitas vezes desejamos muito alguma coisa, mas não conseguimos nos imaginar alcançando-a, um exemplo bem simples que todos já devem ter passado por isso, pensar em um hábito, e firmemente resolver abandoná-lo, pode ligar esse hábito mais fortemente a você, é como resolver que vai adormecer, a própria firmeza de sua resolução pode mantê-lo acordado.

Sempre que possível vigie seus pensamentos, e alimente sua imaginação com imagens bonitas, alegres, saúdaveis. Lembre-se dessas três palavras: desejo, crença e expectativa e lembre-se que tudo é treino, pode parecer história de conto de fadas, mas tente, experimente, treine, e verá que desejando coisas boas, acreditando e tento expectativa na possibilidade dessas coisas se tornarem reais, elas se tornaram de fato. Sabe aquela dieta que você faz à semanas e não funciona? Sabe aquela enxaqueca que não passa ou aquele emprego que você nunca arruma? Ou ainda aquele problema que parece não ter solução? Imagine, imagine você em seu peso ideal, imagine você livre da dor, imagine você no trabalho feliz!Imagine o seu problema resolvido! Não é mágica, nunca se esqueça da palavra expectativa, que é sinonimo de esperança, espera, e que significa: estado de quem espera um bem que se deseja e cuja realização se julga provável. Não duvide que você pode com ajuda da sua imaginação realizar coisas maravilhosas, por você.

domingo, 8 de agosto de 2010

Porque Fazer Terapia?

Encontrei esse artigo e adorei, autoconhecimento é tudo, terapia é isso, é agente aprender a se ouvir, se conhecer melhor, tem gente que fala pra mim que consegue fazer isso sozinho, eu acho muito difícil, eu mesma já fui desse time, mas depois que experimentei a terapia percebi como estava equivocada, sozinhos não somos tão verdadeiros, escondemos de nós mesmos nossos defeitos, alguém nos olhando ajuda a transformar nossas verdades, ajuda a nós olharmos de maneira verdadeira!


Por que fazer terapia?
Andrea Pavlovitsch - andreapavlovitsch@uol.com.br
Por que fazer terapia? Ok, vamos falar sério aqui, vamos ser sinceros. Você recebe os meus artigos, lê na surdina e não conta para ninguém que adora os textos que uma psicóloga escreve? Psicóloga? Que palavra feia! Na faculdade me disseram que se eu não me casasse antes de me formar, não casaria mais. Isso porque o termo psicóloga é demasiado negativo, ruim, e evoca médicos, doentes e loucos.
Psicóloga, psicoloca. Eu já estou acostumada a ver bocas se abrindo quando digo a minha profissão e um misterioso sorriso que mostra balõezinhos nas cabeças das pessoas, como nos desenhos animados, dizendo “você não está me analisando, está?”. Para os narcisistas de plantão eu tenho uma má notícia: psicólogos fazem outras coisas além de analisar pessoas! Nós também somos amigos, pais, mães, namoradas, amantes e nem sempre estamos olhando para pessoas nas ruas e pensando o que se passa na cabeça de cada um. Está certo que, em alguns momentos, isso é inevitável. É como o engenheiro que adora olhar as novas construções do bairro ou o advogado que ama assistir a TV Justiça ou algo que o valha. Faz parte da profissão. Pois bem, mas nem era sobre isso que eu queria falar.
Sabemos que a psicologia está muito atrelada à idéia de loucura e de doença. Isso começou no século passado, quando um médico, Freud, fundou a psicologia. Ele chamava seus clientes de pacientes porque ele era médico (e tem uma explicação mais lógica do que essa?) e acreditava que o que as pessoas tinham era “doenças”. Depois, com o tempo, ele mesmo descobriu as neuroses e foi enfático ao dizer que todos, todos mesmo, são neuróticos.
Calma, você não é maluco. Você é normal. Se fôssemos perfeitos nem teríamos reencarnado. Estaríamos ao lado do Pai (ou seja lá qual é o nome dele), julgando os vivos e os mortos. Mas não somos. Somos de carne, osso e espírito e fazemos bobagens o tempo todo. Não é só você que teve uma infância difícil. Não é só você que tem problemas com o seu casamento, com seus filhos, com sua saúde ou qualquer outro aspecto. A televisão mostra pessoas ditas perfeitas, mas nem elas o são - e não me diga que você não sabia disso. No fundo, sabemos que a perfeição não existe. Mas estamos tão preocupados em julgar os outros e deixar a nossa vida de lado que até nos esquecemos desses pequenos detalhes.

Assim, por mais problemas que tenhamos, por mais que saibamos que precisamos sim de uma ajudinha de vez em quando, não admitimos. Não gostamos de ligar a nossa imagem à imagem de um “paciente” ou “louco” . No fundo, sabemos que temos algumas loucuras compreensíveis. Todo mundo tem uma mania, por menor que seja. A minha, por exemplo, é nunca deixar o volume da televisão em números ímpares. Todo mundo chora por alguma coisa considerada idiota, como um comercial de margarina ou um insulto que ouviu de um mendigo na rua. Todo mundo passa por situações em que realmente não sabe o que fazer. Mas, nos comparamos. Comparamos-nos ao vizinho que você acha que não tem problemas. Comparamo-nos à Camila Pitanga, que achamos que não tem problema (com aquele corpão). E, claro, em toda comparação somos sempre nós que perdemos.
O que nos afasta de nós mesmos é a mesma coisa que nos afasta de fazer uma terapia. Não queremos ser taxados de loucos. Não queremos que a vizinha ou a Camila Pitanga saiba que nós admitimos que temos uma fraqueza ou algumas fraquezas.
Assim, mantemos o nosso orgulho lá em cima e nossa auto-estima lá em baixo, só procurando uma terapia quando estamos, realmente, chegando muito perto da doença e da loucura.

E não precisa ser assim. Não precisa mesmo. Podemos trabalhar cada um dos nossos problemas ainda no começo. Podemos ter uma qualidade de vida melhor. Sim, terapia não serve só para curar pessoas doentes, mas para melhorar a vida de todo mundo. Para que você saiba melhor o que fazer nas situações difíceis, para que você não se veja desesperado com pequenas coisas que, muitas vezes, não tem porquê. A terapia, mais uma vez, serve para que tenhamos mais qualidade de vida e só. Para que sejamos, sim, mais felizes e mais realizados e consigamos, de alguma maneira que só a gente tem acesso, realizar a nossa missão neste mundo.
Se você não pode ou não quer fazer uma terapia tradicional existem alternativas. As terapias alternativas vão desde o reiki, florais, massagens, até as mais perto do tradicional, como as terapias de grupo. Nela, todos são convidados a compartilhar os seus problemas e suas indagações com pessoas realmente interessadas em aprender com o outro e consigo mesmas. É uma delícia saber que não estamos sozinhos no mundo e que sempre existe um problema maior do que o nosso. Aprendemos a encontrar a nossa força, o nosso brilho interior. Aprendemos que sim também podemos ajudar os outros sendo solidários e não simplesmente dando esmolas. Num mundo, numa cidade, onde ninguém confia em ninguém, ter algo desse tipo é maravilhoso.
Então, convencidos de que ninguém é maluco o suficiente e tudo tem solução nessa vida? Não precisamos viver na dor, no sofrimento. Existem alternativas e elas estão mais próximas de nós do que pensamos. Pense nisso. Pense em se cuidar melhor daqui para frente. É o seu tempo e o seu espaço.

domingo, 23 de maio de 2010

Reiki

iki
Esse final de semana, finalmente, realizei um antigo desejo, fazer iniciação no Reiki. Tudo tem seu tempo certo e sei que esse aprendizado chegou no momento exato que deveria chegar. Num momento onde algo me chama a minha própria essência. 

Segundo o site da Sociedade Reiki Mikao Usuiu: 


REIKI equilibra e trabalha nos quatros níveis existentes:
A) Físico; no corpo e dores manifestadas;
B) Emocional; o que você está sentindo;
C) Mental; o que você está se permitindo pensar;
D) Espiritual; sua capacidade de se amar e amar os outros.

Só por hoje:
Não se preocupe
Não se aborreça
Honre pais e mestres
Trabalhe honestamente
Seja gentil com todos os seres

sábado, 6 de março de 2010

"El amor no es un sentimiento, es energía"

***Pessoal assim que eu tiver um tempinho eu tento traduzir ok!!!Esse artigo é muito interessante, foi que me fez ficar curiosa por ler o livro O método da Lita Donoso; eu acredito muito que o potencial de cura está dentro de nós mesmo e que somos capazes de coisas fantásticas!!!!!***


La psicóloga transpersonal plantea que los seres humanos al activar cuatro centros son capaces de superar las enfermedades y vivir en armonía.
Un órgano maravilloso como el cerebro humano funciona al diez por ciento, dice Lita Donoso Ocampo, psicóloga clínica y transpersonal. La autora del libro "El método" plantea que si logramos activarlo en toda su capacidad creativa el resultado nos permitirá vivir al margen del sufrimiento. Demasiado maravilloso como para no intentarlo.
La psicóloga de la Universidad de Chile, que durante 25 años se dedicó al psicoanálisis, escribió la obra basándose en un sistema de autoterapia llamado Alkymia que aprendió con su profesora Fresia Castro.
Lita Donoso, cuyo libro ha estado por varios meses como súper ventas, quiso que cualquier persona pudiera acceder a las claves de esta metodología. Para ello escribió el texto que, asegura, es de fácil comprensión. Tan sencillo que bastaría leerlo para aprender a activar determinados centros que permiten la autosanación.
Sin embargo, siempre surge el interés por escucharla. Fue así que recientemente estuvo en Concepción invitada por la Casa de la Cultura.
En esa oportunidad conversó con el diario El Sur.
-¿En qué consiste "El método"?
-Está basado en una metodología que consiste en activar cuatro centros biológicos que quedan inactivos a partir de los siete años. Son el centro cardíaco, el centro de la palabra, el pituitario y el pineal. Estos centros se relacionan a cuatro glándulas: el timo, la tiroides, la pineal y la pituitaria, las que dejan de funcionar a los siete años, cuando hay un normal decrecimiento de la función hormonal.
La psicóloga explica que sólo conocemos la función biológica de estas glándulas. La propuesta es "reactivarlas a su función energética".
Agrega: "como Humanidad olvidamos las claves energéticas importantísimas asociadas a esos centros y así dejan de funcionar y empieza el proceso de deterioro, enfermedad y muerte".
Pero aquello que parece tan complicado y extraño es, según Lita Donoso, de una simplicidad mayúscula. "Se hace con el pensamiento y el sentimiento. No es nada raro, se hace canalizando el pensamiento y el sentimiento alineados a una fuente de la que somos hechos a imagen y semejanza. Son simples órdenes creativas, vale decir, recuperar el poder creativo del pensamiento y del sentimiento".
Lita Donoso dice que no se debe olvidar que éstos "generan de partida energía, pero también generan realidad".
La psicóloga explica que al activar esos centros se acaban los miedos, carencias y limitaciones y comienza "un proceso creativo que tiende a la armonía, a la salud, a la perfección. ¿Por qué? Porque ese proceso creativo está fundamentalmente centrado en el amor y el amor no es un sentimiento, en verdad es una energía que cohesiona el universo, es una energía que reúne y cuando nosotros canalizamos nuestro proceso creativo en pensamiento y sentimiento hacia esa función, entonces, lo que ocurre en la práctica es que te sanas".
Escepticismo
-¿Usted diría, entonces, que las personas se autoenferman?
-Claro, eso está bien desarrollado en la Psicología tradicional, en la Psiquiatría, en la Medicina. Hay una revolución silenciosa, maravillosa en el mundo de la Medicina que apunta a recobrar estas claves -que nunca han estado ocultas, más bien no reconocidas- de que somos seres energía, de que todo lo que nos ocurre tiene que ver con la energía y que el resultado final dependerá de la energía que decides usar libremente. Si la Humanidad hubiera decidido usar la energía del miedo frente a la gripe A (H1N1) ya no habría humanos.
Lita Donoso declara: "el miedo elimina todo lo bueno de nuestras vidas. Cuando tú eliminas el miedo, lo haces desaparecer de tu existencia, entonces el cuento es otro".
-¿"El método" funcionaría en una persona que no cree?
-Yo dudo mucho que una persona detractora de "El método" lo lea, porque no hay compatibilidad energética. Podría leerlo una persona curiosa, descreída. Afortunadamente "El método" funciona para quien lo practica sea ateo, agnóstico, musulmán, judío, da lo mismo. El único requisito es querer, intencionarlo.
-Sucede que algunas personas dicen que quieren cambiar, pero en realidad no lo desean. ¿Funciona en esos casos?
-Viví 25 años como psicóloga clínica terapeuta y lo que tú dices es completamente cierto. De hecho el porcentaje de personas que deseaban profundamente el cambio era menor. Pero me he dado cuenta de que con "El método", a pesar de las resistencias de la persona, ella tiene una herramienta para eliminar sus propias resistencias. Eso es Alkymia. Es que sin bien estoy planteando que podemos crear el futuro, la maravillosa novedad es que puedes corregir el pasado. Una enfermedad es un error creativo pasado que se manifestó ya físicamente. Cuando tú corriges tu pasado energéticamente, entonces el tumor desaparece, el tendón se regenera, el ADN se corrige. Te estoy hablando de cosas reales que he visto suceder.
-¿Es un proceso gradual?
-Es totalmente personal, porque cada individuo tiene su propia corriente de vida, su propia apertura a lo que tú dices: me mereceré sanarme de un día para otro. Lo que yo he visto es que cuando la persona es capaz de entrar en este proceso co creativo, con la atención, la aceptación y la intención en un 100 por ciento, ella asiste a un milagro en su vida, a un milagro de amor.

Disponivel em http://www.elsur.cl/base_elsur/site/artic/20090907/pags/20090907005700.html

O método


Estou curiosa para ler: 



O que adoece; o corpo ou a mente? Descubra o poder da auto-cura, o mesmo que o converte num ser de luz, capaz de superar qualquer tipo de mal. Depressões, crises de pânico e inclusivamente
tumores e doenças terminais, podem ser apagados com actos criativos simples, mas poderosos, sem a necessidade de medicamentos caros ou tratamentos dolorosos. A cura está em si, está em todos nós.
O MÉTODO não é magia, mas antes uma viagem ao nosso potencial desconhecido, que nos permitirá atingir todos os objectivos que desejemos. Os surpreendentes testemunhos contidos neste livro assim o demonstram.
O MÉTODO propõe-lhe entender a lei da atracção a partir da perspectiva revitalizante do amor, pois só assim nos convertemos naquilo que realmente somos: deuses em expansão.  

Lita Donoso Ocampo é psicóloga clínica na Universidade do Chile e conta com vinte e cinco anos de experiência como terapeuta. Hoje em dia dedica-se exclusivamente ao ensino da auto-terapia e da auto-cura. É a criadora e Mestra do Método Alkymia, uma aplicação prática para a cura do corpo e da mente, através da correcta activação do centro pineal-pituitária. Esta actividade permitiu-lhe viajar por Espanha, Venezuela, Argentina, Portugal, Brasil, Estados Unidos e Europa de Leste. Em todos estes países, Lita Donoso Ocampo tornou-se um dos novos nomes da auto-ajuda.