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domingo, 6 de fevereiro de 2011

O PAI NOSSO - Parte 5/7



Quinta Cláusula: Perdoai as nossas ofensas, assim como nos perdoamos a quem nós tem ofendido. 
 
Todas as faltam que cometemos são sempre o mau uso da energia divina que nos é dada em toneladas, cada minuto, em cada batida do coração. Temos pois grandes dívidas com o Pai, porque temos desperdiçado sua energia, as vezes esbanjando toneladas de energia em ataques de ira e de violência. Se pedimos perdão ao Pai instantaneamente, o dano não é tão grande, o castigo não se materializa, primeiro porque “ pecado reconhecido é pecado perdoado”, e segundo, porque o Pai sempre nos perdoa. Somos nós mesmos os que temos que nos perdoar, e isto o fazemos ao reconhecer que faltamos.
Agora o ponto chave da cláusula: Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Assim como você se conduz ao teu próximo, assim pode esperar que o Pai se comporte contigo. Mas não é o Pai diretamente quem te dá a recíproca, senão suas Leis e Princípios. O Pai é sempre Misericórdia e Perdão. São as Leis as que dão a cada um o que merece.
Jesus compôs a oração com maestria para que nós ao pedirmos perdão, se não perdoamos ao nosso irmão antes, nos atará o pedido na garganta, não poderemos seguir adiante e teremos que sair a arrumar as coisas o quanto antes.
Se você é dos que vê que tudo está entorpecido, que tudo o que empreendes é a duras penas, com lutas gigantescas, não diga que é porque “não tem sorte”, o que “tem muita má sorte”. Mentira! o que passa é que você é duro com seu irmão, não tem perdoado a alguém, ou continuamente culpa aos outros por seus fracassos. Primeiro perdoa a todo o mundo. 
Antes de colocar sua cabeça no travesseiro a noite, obriga-se a dizer essa frase: PERDOO A TODOS QUE NECESSITEM DO MEU PERDÃO. A TODO HOMEM, MULHER OU CRIANÇA. ME PERDOO EU MESMO E PEÇO PERDÃO AO PAI.
E que você dizendo isso seja sincero, absoluto, amplo, pois se fica em você algum pequeno ressentimento contra alguém ou algo, será um muro entre você e o Pai. Um muro entre você e as manifestações de paz e prosperidade.
De alguma maneira repita o ato de perdão a alguém, pois seria como reconhecer que o seu perdão não tem grande validade. Cada vez que te venha a mente, sempre diz: EU JÁ O PERDOEI.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O PAI NOSSO - Parte 4/7


Quarta Cláusula: O pão nosso de cada nós daí hoje

A palavra pão simboliza tudo o que podemos necessitar nesse momento. Sabe-se que o pão permanece fresco só um dia. Amanhã já estará duro, sem sabor. É por isso que a frase diz: “de cada dia”. O necessitamos hoje. O pai deixa disponível tudo o que vamos necessitando, à medida que sintamos a necessidade, ele nos vai suprindo. Isso tudo já está disponível, já é nosso. A cláusula diz: o pão NOSSO e DE CADA DIA. Ao mesmo tempo reconhecemos que é NOSSO. Não só teu nem meu, mas de todos. Estamos ali mesmo pedindo que se dê a todos e a cada um o que seja necessário em um momento oportuno.
Não te encha de pânico porque crê que algo vai se atrasar, que as coisas não vão alcançar, porque tem medo que se acabe antes do tempo, etc... Só tem que enfrentar a aparente necessidade com a frase que inicia a cláusula, o suavemente reclamar o teu: “PAI, JÁ ME CONSEGUISTE QUE EU TIVERA ISSO, DESEJO EM HARMONIA PARA TODOS, BAIXO A GRAÇA E DE MANEIRA PERFEITA QUE SEJA MANIFESTADO, GRAÇAS PAI QUE ME OUVIU E QUE SEMPRE ME OUVES!”.
A prova de que tudo nos é concedido antes de pedirmos é a seguinte: Seguramente que no dia de hoje tens tudo coberto, não é assim? Todo o dinheiro que tem é suficiente para o dia de hoje, verdade? Porque amanhã será outro “hoje”. O mesmo a semana que vem o mês que vem. Não te preocupes, porque o Pai disse: “Antes que chamem terei ouvido, e antes que terminem de falar já terei respondido.”

O PAI NOSSO - Parte 3/7



Terceira Cláusula: Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus
 
Já lhe disse a intenção do Pai, a vontade do Pai para os seus filhos, é perfeita. Tua sabedoria, seu amor, sua onipotência o organizou assim, mas sua justiça infinita também deixou disposto que nada nem ninguém interfiram entre seus filhos e o desejo que eles expressão.
Um pai tão sábio sabe que a uma criança se guia sem obriga-lo. O ensina sem força-lo, e que tem que sofrer quedas e golpes para poder aprender a caminhar. No Reino do Céu a criança é soberana. Ninguém o coíbe, todo o mundo respeita sua liberdade e seu desejo, mas ensinando-o com imenso amor. A criança aprende rápido que os maiores não falam para incomodar, mas sempre é para advertir algo que, pelo contrário, o salvará de uma consequência desagradável. Essa é a condição do Reino. Por isso quando dizemos “Venha nós o vosso reino” estamos pedindo ao Pai que faça agradáveis nossas relações com nossos irmãos, mestres, guias, vizinhos, etc. É o amor o que rege o Reino, o que dita à conduta, o que dá a incansável compreensão. A vontade do Pai é que os mestres nos ensinem por radiação, por inspiração direta ao coração, para que tenhamos uma evolução sem atrasos, sem tropeços. A vontade do Pai, que sinalamos na primeira cláusula, é o que regendo os Céus, desejamos ver aqui na terra, e é o que voltamos a pedir na terceira cláusula.

O PAI NOSSO - Parte 2/7



Segunda Cláusula: Santificado seja teu nome

O nome de Deus é “Eu sou”, já o sabe. O disse o Espírito a Moisés quando este o perguntou. Também sabe que não deve, nem pode qualificar esse nome com coisa alguma que não seja a perfeição, pois se diz, ou pensa, Eu Sou (qualquer afirmação negativa e imperfeita, estará mentindo e o castigo é a manifestação daquilo que te atreveu a afirmar na sua própria pessoa).
Ao pronunciar as quatro palavras da segunda cláusula, haverá expressado o desejo de que teus irmãos, teus próximos e você mesmo conservem o nome de Deus santificado, tal qual é. Ou seja, que já está lançando a imagem e vibração de uma linguagem depurada de toda mentira, de toda infâmia, de toda falsificação, erro, enfermidade, de toda imperfeição. Quando repete a oração, pensa na verdade desta cláusula, e que o Pai te ouça, irmão.

O PAI NOSSO - Parte 1/7

Estou me dedicando ultimamente à leitura de livros sobre metafísica, já li por 2x Metafísica 4 en 1, da autora Conny Mendéz, e pra mim é o melhor de todos até agora. Um ótimo livro para aqueles que estão iniciando nesse caminho de encontro com seu próprio interior.
Alguns amigos meus se admiram hoje quando me ouvem falar sobre Deus, pois um tempo atrás ele era apenas um nome sem significado pra mim, hoje significa tudo na minha vida. A metafisca, a que se refere os livro de Conny Mendez, é uma metafísca denominada cristiana, segundo a autora, corroborando ainda com outros autores que a influenciaram, Jesus foi o maior metafísico que já existiu.
Como não encontrei disponível nenhuma tradução desse maravilhoso livro para nossa língua portuguesa, resolvi trabalhar numa modesta tradução e dividir com vocês algo muito precioso, uma parte onde a autora fala sobre o Pai Nosso, dando o real sentido dessa oração tão poderosa. Muitos de nós decorou a oração e talvez não para para refletir sobre suas poderosas palavras, agora divido com vocês essa oportunidade de reflexão. Vou postar conforme for traduzindo, como o Pai nosso tem 7 partes, vou postar cada parte em separado. Espero que lhes sejam útil, como foi pra mim.


O PAI NOSSO

Essa é a oração que liga todas as religiões. Segundo Emmet fox esta oração é uma fórmula compacta para o desenvolvimento espiritual; que foi composta pelo Mestre Jesus com o propósito específico de efetuar uma mudança radical na alma.   
A oração está feita em sete partes, ou cláusulas. 

Primeira Cláusula: Pai nosso que estais nos céus

O mais pobre dos pais não quer que seus filhos sofram, que não lhes falte nada, e se o pai é rico, vela por seus filhos e os ajuda em proporção  a sua riqueza. Estar nos céus é uma condição de perfeita felicidade em todos os sentidos. Se o pai é tão feliz, tão perfeito, tão abastado, que vive e permanece “nos céus”, é lógico, é seguro que não existe possibilidade de dúvida que ele assegurará a seus filhos a prova de toda adversidade. Está é a ideia contida nessas palavras “que estas nos céus”. Recebe ela, medita sobre ela e usa em todas as circunstâncias de tua vida. Como é a verdade, ela o fará livre.
Ao pronunciar as palavras PAI NOSSO, está admitindo, confessando, e afirmando que o pai teu é também de todos. Está admitindo, confessando e afirmando que todos somos irmãos. Está orando pelo próximo e cumprindo com a Lei do Amor, já que todo o que vem depois da oração haverá sido precedido por esse requisito: Que o está pedindo em nome de todos os nossos irmãos! O diga com essa intensão, e bendito sejas, irmão!
O filho sempre tem que ser da mesma natureza do pai. Não se concebe que um cavalo possa produzir uma cabra, que uma formiga possa produzir um abelha, que um pássaro possa chocar uma orquídea, que um homem possa dar-se a um rato.
Se o pai é Espirito divino com todos os dons e poderes; se vive em estado de graça, pelo qual todo o que deseja, idealiza, afirma ou decreta se manifesta no instante, o filho participa de seu mesmo sangue, natureza, dons e poderes. Não pode ser de outra maneira. Estando os filhos nos céus, em estado de graça e todo o que temos que fazer é descobrir a maneira de manifestá-lo. Estou te ensinando a manifestá-lo. Está nos céus, se você o deseja, e não é que tenha que converter-te em um asceta, um mártir, um monge, nada disso. Vive no seu mundo. Te mostro o Pai Nosso. Goza teu céu, mas não se esqueça de dar Graças e dê uma vez ao dizer a primeira cláusula com toda a atenção e intenção de que sejas capaz.