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sábado, 20 de novembro de 2010

Água de Estômago Vazio

Beba água com estômago vazio
Foto de homem bebendo água
Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente após levantar, na parte da manhã, pois as evidências científicas têm demonstrado certos benefícios.

Para idosos com doenças graves e doenças em tratamento médico, a água tem sido muito bem sucedida. Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:

Dores de cabeça, corpo ferido, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

Método de tratamento:

1. Na parte da manhã e antes de escovar os dentes, beber 4 x 160 ml de água.
2. Lavar e limpar a boca, mas não comer ou beber nada durante 45 minutos.
3. Após 45 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Após os 15 minutos do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 4 copos de água, no início, podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente a quantidade para 4 copos por dia.
6. O método de tratamento cura doenças e outros podem desfrutar de uma vida mais saudável.

A lista que se segue apresenta o número de dias que requer tratamento para curar / controlar / reduzir as principais doenças:
1. Pressão Alta - 30 dias
2. Gastrite - 10 dias
3. Diabetes - 30 dias
4. Obstipação - 10 dias
5. Câncer - 180 dias
6. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento para apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.

Esse método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar freqüentemente. É melhor se continuarmos com o tratamento, porque este procedimento funciona como uma rotina de nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.


Foto de copo com água
Isso faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria. Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água gelada para água quente, enquanto se come. Nada a perder, tudo a ganhar!

Para quem gosta de beber água fria, esta dica é válida: é bom beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição, porém a água fria ou bebida fria solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.

Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela parte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isso danifica o intestino e, muito em breve, vai se transformar em gordura, podendo levar ao câncer. É melhor tomar uma sopa quente ou água quente após cada refeição.





Nota muito grave - perigoso para o coração:

As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos se resumem a uma dor no braço esquerdo ou uma dor no peito. Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter, primeiro, uma dor no peito durante um ataque cardíaco. Náuseas e sudorese intensa são sintomas muito comuns.

Pesquisas comprovam que 60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem é não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo.


Fonte: http://www.senado.gov.br/portaldoservidor/jornal/jornal91/saude_agua.aspx

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Uma revolução no tratamento da depressão

Medicina & Bem-estar / Istoé independente 
|  N° Edição:  2138 |  29.Out.10 - 10:00 |  Atualizado em 02.Nov.10 - 00:00

 

Cientistas testam, com sucesso, a primeira terapia genética para combater a enfermidade

Cilene Pereira
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Estima-se que cerca de 30% dos portadores de depressão não respondam positivamente ao tratamento inicial, à base de antidepressivos. É um índice alto demais. Por essa razão, há um esforço mundial para buscar alternativas que, junto com o arsenal de medicamentos disponíveis, garantam assistência a todos os doentes. Na última semana, pesquisadores de duas renomadas instituições americanas – a New York Presbyterian Hospital/Weill Cornell Medical Center e Rockefeller University – anunciaram o êxito de uma experiência que pode ser decisiva nesse sentido. Os cientistas divulgaram os resultados do primeiro e bem-sucedido teste usando a terapia genética contra a enfermidade.
Trata-se de uma fronteira completamente nova no combate à doença. Sabia-se já há alguns anos que a depressão tem um forte componente genético – ou seja, que erros no modo de atuação de determinados genes podem levar ao seu desencadeamento. Mas até hoje não havia nenhum recurso que atacasse especificamente esse problema. Os antidepressivos, junto com a psicoterapia, são atualmente os instrumentos mais utilizados. Há também, é verdade, a opção da terapia de estimulação magnética transcraniana, método indicado especialmente para os casos que não respondem adequadamente aos medicamentos. Porém, tanto os antidepressivos quanto a estimulação atuam para tentar corrigir o desequilíbrio na produção e absorção da serotonina, substância que, no cérebro, está envolvida no processamento das emoções e do humor. Limitações ao seu funcionamento, portanto, podem levar ao surgimento da doença.
Agora, é a primeira vez que um tratamento se propõe a ir mais fundo: solucionar a origem – ou pelo menos parte dela – do desequilíbrio. Nas pesquisas realizadas anteriormente, os cientistas descobriram que um pedaço do problema estava no mau funcionamento do gene p11. Ele é responsável pela produção de uma proteína do mesmo nome. Sua função é fazer com que cheguem à superfície dos neurônios os receptores de serotonina. Eles são uma espécie de fechaduras químicas nas quais a serotonina produzida se encaixa para, em seguida, penetrar nas células cerebrais. Sem eles, o corpo pode produzir toda a serotonina que quiser, mas ela não será aproveitada. Afinal, a porta dos neurônios continuará fechada para sua entrada. “Quando o gene p11 não funciona direito, é isso o que ocorre”, explicou Michael Kaplitt, um dos coordenadores do trabalho. A solução é consertar esse erro.
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APOSTA
Prêmio Nobel de Medicina, Greengard
está otimista com os resultados
 
Foi o que os pesquisadores fizeram, por enquanto em animais. Para isso, eles utilizaram uma estratégia conhecida da terapia genética que consiste no uso de um vírus inofensivo modificado geneticamente. Ele funciona como um cavalo de troia: os cientistas colocaram dentro dele o material genético correto – nesse caso, contendo o gene p11 sem defeito. O vírus foi inoculado no núcleo accumbens, área do cérebro especialmente afetada pela depressão. O genoma do micro-organismo se misturou ao das células cerebrais das cobaias e o gene defeituoso acabou sendo substituído pelo correto.
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Ao final da experiência, os animais não apresentavam mais sintomas da enfermidade. O resultado deixou os cientistas entusiasmados. “Se formos bem-sucedidos nos testes com seres humanos, nossa abordagem poderá mudar a forma como a depressão é tratada”, disse à ­ISTOÉ Paul Greengard, também coordenador do estudo e Prêmio Nobel de Medicina em 2000 por suas pesquisas sobre a transmissão de informações entre neurônios. “E esperamos que a terapia genética funcione para todos os casos da doença, inclusive os mais graves.”
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